Terça, 24 Outubro 2017
 
Jornal Perfil - Suíça

Fonte: Ameizing.com / Adaptação: Jornal Perfil
Acostumados ao frio na maior parte do ano, os suíços recebem o verão com uma alegria contagiante e, por tabela, os turistas entram no clima. Pode parecer estranho pensar na Suíça como um destino de verão, mas, acredite, você vai se surpreender com a quantidade de atrações que o país oferece durante a estação mais quente do ano. Basileia, Zurique, St. Moritz e Genebra são os destaques desta reportagem!
Em um primeiro olhar, o que chama atenção na Suíça é a organização, herança, sem dúvida, dos povos germânicos. Tudo é arrumadinho. Tudo é limpo. O ar é puro, cristalino. A água dos lagos, rios, fontes, em sua grande maioria, é potável.
A Suíça expressa sua excelência nos detalhes. Há flores por todos os cantos, o artesanato é fora de série, engloba dos famosos sinos das vacas (bem característico do país), passa pelos trabalhos (manuais) de recorte em papel, chocolates e chega aos relógios, esses dois últimos divulgados pelo mundo todo.

Basileia - Curiosidade do verão.
A Basileia, conhecida como a capital cultural da Suíça ou a cidade das universidades poderia, facilmente, ganhar mais um título: capital da diversão da Suíça. No verão a cidade ferve, literalmente. A primeira impressão que se tem ao chegar lá é de que há uma alegria contagiante. Para sobreviver ao calor escaldante — sim, a Europa é bem quente no verão —, os habitantes da cidade e os turistas se jogam nas águas do rio Reno e se deixam levar pela correnteza. Simples assim: pegam suas roupas, colocam dentro de um saco impermeável (uma espécie de bolsa com velcro resistente chamada Wickelfisch, que pode ser adquirida nos escritórios de informação turística local) e se lançam dentro do rio. Parece banal, mas não é. O rio é um meio de transporte de barcos e navios de grande porte. Essa mistura inusitada e até perigosa, mas uma festa para os olhos! A luminosidade é algo fora do comum. Aliás, a qualidade do ar na Suíça é algo que merece destaque.

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St. Moritz - Disputada no inverno e verão.

Um dos mais descolados e cobiçados destinos de inverno do mundo começou, na verdade, como atração turística de verão. Sabe por quê? Porque tem um clima sensacional com mais de 300 dias do ano com sol, águas termais e um ar muito puro!
Disputada no verão e no inverno, St. Moritz chega a receber mais de duzentos mil turistas por ano (número considerável se compararmos à população local de cinco mil habitantes fixos e cinco mil flutuantes nos períodos de alta). A cidade é um charme e tem como destaque, além das montanhas dos Alpes, o lago St. Moritz, onde é possível velejar e praticar kitesurf. Caminhar, andar de bicicleta, praticar mountain bike e montanhismo também são uma boa opção. Mas St. Moritz é mais do que isso. É agitada. Tem excelentes restaurantes. O público quer ver e ser visto. A riqueza é pujante. Basta olhar para o lado para cruzar com carros de luxo e lojas do porte da Chanel. Mas o destino não é só de compras. Há um lado cultural bem interessante.

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Genebra - além da ONU

A terra dos banqueiros, diplomatas e das organizações internacionais, Genebra respira riqueza. De tão sólida, a cidade parece ser construída de aço, mas o verde e a enorme quantidade de água ao redor torna tudo muito agradável e bonito. A sensação de estar em um lugar muito rico está sempre presente em Genebra. O famoso lago Léman chama atenção pela sua grandeza (é o maior da Europa Ocidental) e tem como monumento turístico o Jet d'Eau, um jato d'água que atinge 140 metros. Em frente ao jato encontra-se um hotel muito charmoso e antigo chamado Beau Rivage, cheio de histórias para contar. Foi lá que Sissi, rainha do Império Austro-Húngaro morreu após ser atacada por um anarquista. Seu quarto está lá até hoje e pode ser alugado pelos hóspedes. As joias e relógios são atrações à parte da cidade. A cada esquina é possível admirar sua beleza, mas, se não quiser perder tempo andando de porta em porta, vá até a Bucherer, uma loja de departamentos de joias e relógios gigantesca onde existe a maior butique de Rolex do mundo. A noite é animada e a segurança admirável. Todo mundo anda de madrugada sem esboçar nenhuma preocupação.

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ZURIQUE - Tem de tudo, mas no verão as águas agitam mais.

No verão a cidade acontece em volta do lago Zurique e do rio Limmat. As pessoas se banham nos rios e andam de barco, bem no meio da cidade. Gansos e patos são visitantes constantes e convivem em harmonia com os banhistas. Chama a atenção o contraste da cidade cosmopolita onde na Bahnhostrasse (rua mais famosa de lojas de Zurique) se compram artigos do mais alto luxo e logo ali à frente pessoas são vistas banhando-se no rio. Com tanta água ao redor Zurique tem um dado interessante: é a cidade que tem mais fontes no mundo (1.200) e todas com água potável e bebedouros. Sede por lá, não se passa. Com mais de 50 museus e mais de 100 galerias de arte, hotéis e lojas de luxo, Zurique é uma cidade grande com alma de cidade do interior. Andar a pé é um costume, mas, se cansar, pegue o bonde! Transporte é o que não falta na Suíça.

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A Suíça toda, de norte a sul, tem muitas opções para o verão. As surpresas são inúmeras e envolventes. Não só o inverno é atraente, mas em todas as estações do ano a Suíça muda e encanta!

 

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Da BBC - G1
Os problemas de saúde causados pelo uso de smartphone e como evitá-los
Tensão muscular causada por postura indevida em uso prolongado de celulares ou tablets causa 'pescoço de texto' e até inflamação nos nervos.

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Uso excessivo de smartphones pode causar problemas graves na coluna e no pescoço (Foto: Reprodução)

O celular é quase um companheiro inseparável, visto por muitos como um bem essencial no dia a dia - mas o que muitas pessoas não sabem é que o uso excessivo deles pode causar danos ao corpo humano.
Se você sente constantes dores de cabeça, um couro cabeludo extremamente sensível ou um incômodo atrás de um olho, a culpa pode estar no uso indevido do smartphone.
Especialistas dizem que são cada vez mais comuns os casos de "text neck" - "pescoço de texto" em tradução livre -, dores na cabeça ligadas a tensões na nuca e no pescoço causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular.

 

Segundo a fisioterapeuta Priya Dasoju, a "pescoço de texto" também pode levar a dores no braço e no ombro.

"O que estamos vendo são cefaleias cervicogênicas", afirmou. Ela diz que o problema vem de tanto inclinar a cabeça para frente da tela do celular, e isso cria uma pressão intensa nas partes frontais e traseiras do pescoço.
Esse problema pode se agravar e, em alguns casos, pode levar a uma condição conhecida como nevralgia occipital.
É uma condição neurológica em que os nervos occipitais – que vão do topo da medula espinhal até o couro cabeludo – ficam inflamados ou lesionados. Ela pode ser confundida com dores de cabeça ou enxaqueca.
"Cerca de 30% dos nossos pacientes que vemos têm nevralgia occipital", disse a osteopata Lola Phillips.
"Você tende a ter esse problema quando usa muito tablets, laptops ou smartphones. Você começa a sentir uma tensão na parte da frente do pescoço e uma fraqueza na parte de trás dele."
A dor pode ser intensa, como se o pescoço estivesse "queimando", e começa na base da cabeça, se estendendo por toda a parte superior, no couro cabeludo.
Geralmente, as dores começam na parte de trás da cabeça, no nervo occipital, mas às vezes elas ficam localizadas mais na parte da frente, acima dos olhos.
'Raios de dores'
Adam Clark Estes começou a sentir dores de cabeça alguns meses atrás. Segundo ele, a dor é intensa. "É como se fosse a dor de uma ressaca forte. Você sente a cabeça latejando."

Pacientes com problemas de nevralgia occipital relatam dores fortes de cabeça 
"Como se alguém tivesse me golpeado na cabeça com um cano de aço quente enviando raios de dores lancinantes no crânio", conta.
Você pode sentir a dor em um dos lados da cabeça ou nos dois, e até atrás dos olhos quando movimenta o pescoço. O conselho para curar o problema é mudar de postura na hora de mexer no celular – e evitar o uso excessivo dele.
"Quem sofre disso deveria pensar em adotar posturas diferentes quando estiver usando o celular. Sentar na vertical, por exemplo, e levantar o celular ou usar um suporte para ele ficar em uma altura mais adequada", explica a osteopata Lola Phillips.
"É preciso ter mais disciplina com o uso do telefone também", reitera.
O tratamento inclui correção de postura, massagem e remédios anti-inflamatórios, mas em alguns casos é preciso tomar medidas mais drásticas.
Adam Clark Estes teve que injetar um coquetel de esteroides e outros relaxantes nos nervos ao redor do seu pescoço.
"Dói bastante. Acho que o médico me deu quase 20 injeções separadas e depois delas eu fiquei tão mole que achei que iria desmaiar."
"Depois de me recuperar, o médico me disse que me sentiria melhor em um dia – e melhorou mesmo", conta.

 

Médicos também podem receitar relaxantes musculares, antidepressivos.
Especialistas dizem que a prevenção é a melhor opção. Diminuir o uso de smartphones ou então posicioná-los mais próximo da altura dos olhos são boas estratégias para evitar o problema.
"Tente não manter a mesma postura por muito tempo", disse a fisioterapeuta Priya Dasoju.
"Coloque um lembrete no celular ou no computador para se certificar de que você não está na mesma posição por muitos minutos consecutivos."
Os médicos garantem que as condições causadas por uso excessivo de smartphones são apenas dolorosas, não fatais.

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Texto da swissinfo.ch

Adaptação: Isa Bustamante

Como o acordo da troca automática de informações assinado por Suíça e Brasil vai afetar os cidadãos e empresas a partir de 2018, e quais as chances de o Brasil assinar um acordo bilateral com a Suíça?

A relações entre Brasil e Suíça estão avançado e ganhando novos contornos. Um dos mais recentes é o fato de que tanto a Suíça como o Brasil assinaram o acordo, alinhado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), para troca automática de informações. O compromisso, previsto para entrar em vigor em 2018, demanda que os países signatários troquem informações sobre contas e rendimentos de pessoas físicas e empresas.

"Esse novo cenário deverá afetar os brasileiros que moram na Suíça e vice-versa, além de empresas que atuam nesses dois países", afirmam os advogados Roger Müller e Sergio Mitsuo Vilela, da Bravest AG, com sede em Zurique. Segundo os especialistas, com a troca de informações, os brasileiros, por exemplo, que têm imóvel no Brasil, que recebem aluguel no Brasil, e que deixaram de declarar o patrimônio ou a renda ao fisco suíço correm mais riscos de serem convidados a dar explicações e serem penalizados. "Negociações avançadas também estão em andamento para um acordo bilateral entre Brasil e Suíça, que inclui não somente a troca de informações mas o livre comércio", afirmam os advogados.

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A seguir, a dupla explica como funcionará a troca automática de informações, o que é exatamente a chamada "lista cinza" do Brasil e o que a Suíça tem a ver com isso.

swissinfo.ch: Tanto o Brasil como a Suíça assinaram o acordo de troca automática de informações, elaborado pela OECD, que deve vigorar a partir de 2018. Quais as consequências para empresas e cidadãos?
Roger Müller: Ao entrar em vigor o acordo, a troca de informações não vai funcionar apenas no que diz respeito à apuração de um crime fiscal, o que já vem ocorrendo. A Suíça tem fornecido informações em vários casos. O ministério público suíço, por exemplo, já bloqueou 140 milhões de reais do processo Lava Jato no Brasil. Isso já funciona no âmbito de uma investigação criminal. Mas a tendência é que se intensifique. Não acredito que os dados dos cidadãos em geral serão cruzados sempre entre os dois países. Mas em caso de uma suspeita justificada, os governos poderão ter acesso aos dados. E isso afeta potencialmente os brasileiros na Suíça e os suíços no Brasil. Por exemplo, todos os brasileiros que não declararam ao fisco suíço seus imóveis no Brasil e os suíços no Brasil que não declaram seus imóveis na Suíça à receita federal brasileira poderão ter problemas com o fisco.

Sergio Vilela: Durante o evento Fórum Brasil, promovido pela Câmara de Comércio Latinoamericana na Suíça em março em Zurique, Philippe Nell (chefe da divisão Américas da SECO, Secretaria de Estado para Assuntos Econômicos da Suíça), nos passou a informação inclusive de que o governo suíço está em negociações avançadas para um acordo bilateral com o Brasil. Esse compromisso inclui a troca de informações, já prevista pelo acordo do OECD, mas também a de livre comércio.

swissinfo.ch: Como se preparar para essa nova fase?

S.V: A Suíça sempre teve como linha de estratégia fazer esse tipo de acordo de troca de informações com um país que preveja uma forma sistemática de regularização. Por exemplo, na Suíça você pode uma vez na sua vida dizer à receita 'fiz besteira, não declarei, tenho um imóvel ou dinheiro no banco desde tal período'. E então pagar o imposto e acertar a situação. Já no Brasil não existe esse tipo de procedimento. Se alguém tentar avisar a receita federal que tem dinheiro fora, por exemplo, responderá um processo criminal de evasão de divisa e/ou sonegação.

R.M.: Há também a dúvida sobre qual momento o cidadão deve contatar a receita federal na Suíça e apresentar o problema. É uma questão técnica porque um dos requisitos desta autodenúncia, para que haja uma isenção da responsabilidade criminal, é que aconteça de livre e espontânea vontade. Agora, se a pessoa vai lá exatamente no momento em que Brasil e a Suíça estiverem ratificando o tratado, não sabemos ainda como a autodenúncia será recebida.

swissinfo.ch: O que os senhores recomendam então?

S.V.: Na Suíça, o cidadão deve regularizar a situação. Porque agora ainda será considerada uma atitude espontânea.

R.M.: Para a grande massa das pessoas, o impacto é relativamente pequeno. Os valores do imposto variam de cantão para cantão. Mas em Zurique, por exemplo, para um patrimônio de até CHF 77.000 (solteiro) e CHF 154.000 (casal) o imposto é isento. Ou seja, é muito pouco. A conta muda quando o bem não declarado gerou uma renda, um aluguel, por exemplo. Mas vale a pena regularizar a situação e dormir tranquilo.

S.M.: Já no caso do Brasil não tem o que fazer e há ainda um complicador. Pela lei de lavagem de dinheiro e anticorrupção, as pessoas que ficam sabendo da existência de dinheiro não declarado são obrigadas a reportar.

swissinfo.ch: Quais as reais chances desse acordo bilateral realmente acontecer?

S.V.: Acredito que os países já estão trocando os textos. O processo parece estar avançado.

swissinfo.ch: Se realmente ocorrer, o livre comércio será muito positivo para as empresas...
R.M.: Com certeza. Veja o caso do vinho. O imposto de importação da bebida no Brasil chega a 27% e a taxa aduaneira na Suíça é de CHF 0,34 por litro. O valor do produto mais o da taxa aduaneira será então a base de cálculos para outros impostos incidentes (como o IPI e o ICMS no Brasil ou o Mehrwertsteuer na Suíça), acumulando num efeito cascata. Portanto, com o acordo de livre comércio, os produtos vão chegar muitos mais baratos aos consumidores.

swissinfo.ch: Desde junho do ano passado a Suíça saiu da 'lista negra' de países considerados paraísos fiscais no Brasil. Em que pé está essa situação?

S.V. : O governo brasileiro conta com uma lista de países que possuem uma tributação baixa. É o que se denomina paraíso fiscal. As empresas que operam com esses países tem que fazer uma maior retenção de imposto na fonte. Além disso, o governo determina as margens que considera normal para que o negócio funcione. Por exemplo, se uma empresa compra um produto de um fornecedor sediado no paraíso fiscal, terá que provar ao governo que o preço que está pagando é comparável aos oferecidos por outras empresas. Ou seja, se a margem de lucro desta operação é razoável.

swissinfo.ch:E no caso da Suíça, o que ocorreu?

S.V.: No caso da Suíça, o Brasil soltou no dia 4 de junho de 2010 uma instrução normativa afirmando que a Suíça seria um paraíso fiscal. Três semanas depois o Brasil publicou um ato decisório dizendo que a Suíça questionou, mostrando argumentos para não estar na lista. E assim suspenderam os efeitos da inclusão até analisar a situação por completo. A Suíça conseguiu fazer tudo isso em 3 semanas. Foi rápida e eficiente.
O Brasil não foi muito rápido em sua análise, que demorou 4 anos. Ou seja, 4 anos depois, o Brasil disse que a Suíça tinha razão. Ou seja, saiu da 'lista negra'.

swissinfo.ch: Resolvida a situação?

S.V.: O país em si não é considerado paraíso fiscal, mas algumas estruturas de empresas são consideradas pelo governo brasileiro regimes fiscais privilegiados. E aí entram os modelos de empresa diferentes que existem na Suíça, tais como holding company , domiciliary company ou qualquer estrutura que ofereça uma tributação abaixo de 17% – lembrando que no Brasil o imposto corporativo é de 34%. Essas estruturas são consideradas regimes privilegiados e estão então no que chamamos de 'lista cinza'.

swissinfo.ch: Qual a consequência de estar nesta 'lista cinza'?

S.V. : A retenção de imposto é a normal, de 15%, mas há aplicação do controle dos preços de transferência. Quem adota um desses modelos de operação e opera com o Brasil (seja vendendo, seja investindo), terá que provar as margens da operação.


O Brasil está Barato
Apesar de a economia brasileira estar atravessando um ano difícil, os advogados Roger Müller e Sergio Mitsuo Vilela acreditam que o momento pode ser interessante para empresas que focam no longo prazo. "Ainda está cedo para dizer se o fluxo de negócios entre Brasil e Suíça se alterou. Mas o fato é que agora está mais interessante comprar uma empresa na bolsa do Brasil", afirma Sergio Vilela.
O advogado cita o caso da Petrobras: "Discussão política à parte, a Petrobras vale mais se seus ativos (prédios e outros bens) forem vendidos, do que se considerarmos o preço da empresa na bolsa. Se eu tenho uma visão de longo prazo, eu compro papel da Petrobras. E isso é valido para várias empresas brasileiras listadas em bolsa."
Para Roger Müller, até pouco se falava em pleno emprego no Brasil, em crescimento. Na atual situação há provavelmente menos interesse por parte das empresas suíças a iniciarem uma relação com o Brasil. "Embora haja uma tendência forte de as empresas médias suíças se globalizarem. Até pelo fato de o mercado na Europa estar saturado", afirma o advogado.

 

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Quinta, 18 Junho 2015 13:24

CPF para estrangeiro

Fonte: Site dos Consulados do Brasil em Zurique e em Genebra. 

Adaptação: Fernanda Pontes

A inscrição no cadastro de pessoas físicas (CPF) da Receita Federal do Brasil é obrigatória para qualquer cidadão brasileiro ou estrangeiro que possua ou queira adquirir no Brasil bens e direitos sujeitos a registro público, inclusive imóveis, veículos, embarcações, aeronaves, participações societárias, contas-correntes bancárias ou aplicações no mercado financeiro.

O requerimento da inscrição no CPF pode ser feito no exterior perante as repartições consulares - Consulados do Brasil.

O interessado deverá apresentar os seguintes documentos:

- Ficha cadastral preenchida - IMPORTANTE: o nome da mãe deve ser escrito exatamente como consta na certidão de nascimento ou de casamento do requerente;

- Original e cópia simples do passaporte válido e da certidão de nascimento (se solteiro) ou certidão de casamento;

- Se você quiser solicitar a inscrição ou a alteração cadastral através de um procurador, além dos documentos acima mencionados, o procurador deverá apresentar um documento brasileiro de identificação válido com foto, procuração pública ou privada com firma reconhecida e o seu CPF.

Para o requerimento da inscrição no CPF nos Consulados do Brasil em Zurique e em Genebra não é exigido o agendamento prévio.

 

 

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Segunda, 15 Junho 2015 16:30

Tabule

No verão, nada melhor do que comer algo gostoso, porém, que seja rápido para se preparar. O tabule é perfeito para os dias mais quentes, pois além de ser fácil de fazer, é muito nutritivo e não sobrecarrega o seu estômago. Então, mãos à obra e bom apetite!

Ingredientes

  • 45g de trigo para quibe
  • 1 cebola picada
  • 200g de tomate picado sem sementes
  • 2 pepinos picados
  • 1 maço de salsinha picada
  • 3 colheres (sopa) de suco de limão
  • 2 colheres (sopa) de azeite de sua preferência
  • sal e pimenta-do-reino à gosto
  • 1/4 colher (chá) de noz-moscada
  • hortelã picadinho
  • salsa picada

Modo de Preparo

1. Deixe o trigo de molho por 2horas

2. Lave bem o trigo em água corrente, escorra e esprema nas mãos para retirar o excesso de umidade

3. Passe a cebola picada em água fria e escorra bem

4. Junte os outros ingredientes (menos o tomate) e deixe tampado na geladeira por pelo menos 8horas, antes de servir acrescente os tomates

 

Publicado em Receitas

Por Isa Bustamante – redação do Jornal Perfil

Com apenas 33 anos, Carolina Müller, uma gaúcha muito bonita e simpática, conseguiu conquistar o seu espaço na Suíça.
Há 10 anos Carol, como é conhecida pelos amigos, deixou o Brasil para morar com o marido suíço no cantão de Lucerna. Ela estava consciente que os seus estudos na área do Direito não teriam mais tanto valor na Suíça. Porém, ela não se deixou intimidar. Pelo contrário, veio com tudo. Em 8 meses, após uma dedicação e disciplina espartanas, ela aprendeu o idioma alemão, abrindo as portas do mundo acadêmico. Carol entrou para a Schule für Angewandte Linguistik, formando-se em tradução. Embora ela ache a profissão interessante e enriquecedora, o mercado de trabalho não lhe deu o retorno esperado. Os trabalhos que surgiram foram esporádicos e mal remunerados, quando comparados com o número de horas investidas. Ao invés de desanimar, a gaúcha, de Porto Alegre, seguiu em frente. Matriculou-se em uma Handelsschule ( Escola Técnica de Comércio) e, este ano, recebeu mais um merecido diploma. Toda experiência e estudos de Carolina só serviram para consolidar o espaço dela na Suíça. Desde o ano passado, a morena de pele clara e olhos castanhos está trabalhando numa multinacional que presta Serviços Financeiros, Administrativos e Secretariado Corporativo em mais de 80 países.
Além da realização profissional, a brasileira afirma estar realizada pessoalmente. Com amigos de várias nacionalidades, ela diz ter se integrado rapidamente no país dos Alpes e não ter sentido dificuldade de adaptação. O segredo dela reside na sua visão de mundo. Carol se considera       « uma pessoa do mundo », aberta à novas experiências e ao conhecimento do próximo. « Quando me mudei para a Suíça por causa do meu marido, vim de mala e cuia, pois sabia que era para ficar. Por isso, mergulhei de cabeça nesse novo mundo e me adaptei à realidade do país », explica.
E, mesmo com tanto êxito, ela não pára por aí. Embora seja fluente em três idiomas (português, alemão e inglês), a morena de 1,70 m aproveita o tempo que tem para aperfeiçoar o seu conhecimento do idioma Dinamarquês. Para o ano que vem, ela pretende começar um mestrado na área de contabilidade.

Carolina Müller é a prova de que com o coração aberto, esforço e disciplina podemos conquistar o nosso lugar ao sol.

Publicado em Brasileiros na Suíça

Uma nova invenção suíça vem para facilitar o dia-a-dia dos cadeirantes. Alunos da universidade da ETH em Zurique, apresentaram uma cadeira de rodas que consegue o que nehuma outra faz até hoje. Ela sobe escadas sem precisar da ajuda de elevadores ou rampas. A Suíça, mais uma vez, arrasando nas suas invenções e tecnologia.Veja mais no: http://youtu.be/3lb_8nmy90c

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Quinta, 11 Junho 2015 22:57

Brasil Show Night - Célia Modas

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Publicado em Galeria de Fotos
Segunda, 08 Junho 2015 13:52

Brasil Show Night Sacode Lucerna

Por: Isa Bustamante - redação do Jornal Perfil

Veja todas as fotos dessa festa clicando aqui

O Brasil Show Night, organizado pela Célia Modas, mostrou para o público e a imprensa o porquê de ser considerado um dos maiores e melhores eventos brasileiros na Suíça. Na sua 14ª edição, o evento apresentou não apenas atrações de peso, como faz todos os anos, mas também aumentou o número de artistas contratados. As mais de 700 pessoas que compareceram ao Clube Justino's Vasco da Gama, em Lucerna, não tiveram como reclamar. Os artistas interpretaram canções para todos os gostos: forró, pagode, axé, samba, arrocha, baladas nacionais e internacionais e um pouco de rock. Este último gênero abrangeu sucessos dos anos 60, 70 e 80.

Além da excelente performance dos cantores e bandas, não podemos deixar de lado a participação do DJ Lance, que também contribuiu para manter o alto astral da festa. O seu repertório abrangiu uma gama de ritmos para ninguém botar defeito. Abriu a pista com músicas dançantes, tocando grandes sucessos dos anos 80 e 90, assim como atuais. O Hit Hey Brother, do Avicii, não deixou ninguém parado. Mesmo quem não conhecia a letra arriscou cantar pelo menos o refrão. A atuação do DJ Lance foi dividida em seis blocos e ele só deixou a sua mesa de mixagem depois das cinco da manhã. Haja coração!

A festa contou com a presença de personagens ilustres da nossa comunidade. Jaque Ávila, organizadora de eventos como o Black & White, foi apoiar a amiga Célia e aproveitou a ocasião para parabenizar pessoalmente uma das atrações do evento, a cantora Valéria Eva que, embora tenha completado 40 anos no dia 18.01, fez questão de comemorar o aniversário no dia do show. Uma das celebridades presentes na platéia que mais chamou a atenção foi o ex-jogador de futebol e atual treinador Éverson Rodrigues, mais conhecido como Ratinho. De uma simplicidade extrema, Ratinho dedicou parte do seu tempo para conversar com os fãs e, como não poderia deixar de ser, tirar fotos com todos eles. Sempre amável, ele conta que veio da Alemanha prestigiar o evento da Célia, amiga de longa data. E a viagem valeu a pena, pois Ratinho estava bem descontraído e parecia estar se divertindo bastante. Em vários momentos foi possível ver o especialista dos jogos do Brasil durante a Copa na tevê suíça SRF dançando, brincando e rindo com a esposa.

Organização nota mil

A Organização do show foi impecável. Tudo correu dentro da grade de programação distribuída pelos coordenadores. Às 20hs a comida começou a ser servida. Foram quatro opções de dar água na boca: peixe, bacalhau, filé, frango e costelinha de porco. Todos os pratos com acompanhamentos deliciosos. E, enquanto os convidados saboreavam a comida, podia-se ouvir a música tocada pelo DJ ou então assistir ao jogo Juventus X Barcelona que estava passando no telão montado exclusivamente para esse dia. Assim como o evento, o público também era bem eclético. Formado por brasileiros, suíços, italianos, espanhóis e portugueses, todos dividiam o espaço na maior alegria e sintonia, mostrando bastante interação. 

Às 21:30hs Mario Paci, apresentador do evento, subiu ao palco anunciando Renata Brasil e Banda. A loura, que este ano foi o carro-chefe do Brasil Show Night, trouxe um reforço: a sua bela filha Tayline. Com apenas 16 anos, a cantora prodígio segue os passos da mãe, tanto na beleza quanto no talento. As duas fizeram cerca de três horas de show distribuídos em três blocos. Foram vários ritmos e sucessos um atrás do outro. E não foram apenas as beldades que brilharam no palco. Algumas pessoas do público também tiveram o seu dia de estrela. Adriana, uma doceira muito conhecida de Lucerna, foi chamada para dançar Macarena ao lado de Renata Brasil e suas dançarinas Joyce e Sanuza. Mesmo não sendo dançarina profissional, Adriana não fez feio. Acompanhou as meninas direitinho. Joyce e Sanuza que se cuidem, pois Adriana provou que além de excelente doceira, também tem ginga no pé e muito jogo de cintura!

No final da apresentação do primeiro bloco, Renata convidou a bela Isabel Tallat, que vem se destacando no cenário musical suíço-brasileiro. As beldades arrasaram cantando músicas como Balada (Tchê tcherere tchê tchê), do Gusttavo Lima e Ai Se eu Te Pego, de Michel Teló. A loura e a morena deram um show no palco, tanto no que diz respeito ao domínio de diferentes estilos musicais, quanto no quesito simpatia. A sintonia entre elas e o público foi imensa. E, logo após o show das cantoras, foi a vez de Jeffinho Araujo. Com uma voz bem macia e sensual, Jeffinho mostrou que pode cantar o que bem quiser. Alternou entre forró e pagode e, mesmo quando o som deu um pequeno problema, não deixou a peteca cair. Mostrou que o artista brasileiro tem jogo de cintura e muito bom humor. Soube lidar tão bem com a situação que os poucos minutos necessários para solucionar o problema técnico passaram voando. Problema resolvido, público feliz e música a todo o vapor. 

Depois de tanto dançar, os foliões puderam tomar um pouquinho de fôlego durante os mais de vinte minutos de desfile comandados pela própria Célia e o apresentador Mario Paci, que a acompanha desde a primeira edição. Este ano, o tema do desfile foi a moda praia (biquíni e maiô). Peças lindíssimas foram mostradas por modelos muito profissionais e carismáticos. No final do desfile, Célia subiu ao palco e deu uma palinha de como um modelo se porta na passarela. E quem acha que o evento acabou por aí, está muito enganado. A Célia Modas  sorteou uma Caixa para fazer mudanças para o Brasil, sem limite de peso, no valor de 550.-CHF. A ganhadora, Glaucia Elmiger, estava tão feliz e surpresa que não teve palavras para descrever o que sentia. "Ganhei? Nossa, eu ganhei. Nem acredito!", diz com a voz emocionada. E o lado mãezona de Célia a fez ir mais adiante. A promotora de eventos ofereceu um lindíssimo bolo e champanhe para nove aniversariantes da noite. Estes são amigos e pessoas que acompanham há anos o seu trabalho e que pediram para comemorar o aniversário no local. São eles: Valéria Eva, Gerlane Silva, Simone Pereira, Mary Werthmüller, Ray de Sol, Ricardo Jorge, Claudio Rocha, Lena Silvia e Denise Gobbi. Todos ficaram muito emocionados com a gentileza de Célia.

E assim foi o Brasil Show night durante a noite inteira. Cheio de surpresas, emoções, grandes atrações e uma enorme participação do público. Por volta de uma da manhã, Rodrigo de Oliveria e Banda entraram no palco. Vindos diretamente da França, os integrantes encantaram a platéia com a combinação de pop, samba e música afro. Eles cantaram diversos sucessos de diferentes grupos, dentre eles o hit A Novidade, do Paralamas do Sucesso. Um dos momentos mais esperados da noite foi o encontro no palco da Banda com a musa Valéria Eva. Com novo visual, que poderá ser visto nas fotos, Valéria entrou arrasando no palco. Ela parecia estar eletrizada. A modelo e cantora dançava, pulava, cantava, contracenava com Rodrigo e o público e ainda tocou tambor. Haja fôlego! A musa ainda cantou Arerê, de Ivete Sangalo, levando a platéia ao delírio. Belíssima, Valéria agradeceu ao público pelo comparecimento e carinho. Só ficou faltando ouvir Valéria cantar "parabéns pra você" com seu vozeirão. 

No final da festa, tivemos novamente a presença de Renata Brasil e Samba Tropical, seguida por Negro Jay que envolveu a platéia com seu jeito encantador. O baiano cantou samba e baladas nacionais para aquecer ainda mais os corações apaixonados. Logo após, entrou a diva Jessica Cruz. A bela cantou sucessos nacionais e internacionais como Domingo de Manhã, de Marcos e Belutti e This Love da banda americana Maroon 5. Com sua voz rouca e sensual, Jessica transformou as músicas em composições próprias, dando uma roupagem musical um pouco diferente a do original. Foram quase 30 minutos de pura emoção. E, encerrando a festa, tivemos novamente a presença de Isabel Tallat que fechou com chave de ouro, cantando sucessos como I Love You, de Marcos e Belutti. Logo após a apresentação da morena, o DJ Lance assumiu a pista, não deixando as pessoas desanimarem.

A Equipe

Quem vai a um evento de grande porte como o Brasil Show Night não tem noção do número de pessoas envolvidas e das horas investidas para a concretização da festa. Esta, que é realizada todos os anos, foi consolidada, basicamente, através de laços de amizade e familiares que envolvem Célia Oehen, organizadora do evento. Talvez esta seja a fórmula do sucesso dos shows feitos por ela. Dentre as diversas pessoas envolvidas, podemos citar:  Fátima Morena, amiga pessoal de Célia, há 4 anos envolvida na produção do Brasil Show Night; Fernanda Rodrigues, irmã de Célia, está desde o início envolvida na organização do evento e na recepção dos convidados e controle de caixa; Rafael Rubin, enteado, começou há pouco tempo na organização, mais especificamente na recepção e controle de caixa; Franz Oehen, cunhado, a ajuda há mais de 10 anos na organização; Mario Paci, amigo de longa data de Célia, a ajuda desde a primeira edição; Eduardo Gomes, amigo da organizadora, trabalha como chefe de segurança desde a primeira edição; Fernando, também amigo de Célia, ajuda na parte de segurança; Helena Pereira, grande amiga, ajuda na produção do evento; e o maior fã e amigo de Célia, seu marido Werner Oehen, que além do apoio psicológico a ajuda na parte de divulgação do evento. 

Estrelas

As estrelas da noite mostraram que vieram ao mundo para brilhar. Todos os artistas provaram ser muito profissionais e talentosos. Porém, acima de tudo, demonstraram ter o pé no chão, pois deram um verdadeiro show de garra, humildade e simplicidade. É impossível dizer qual foi a melhor performance da noite, pois todos, a seu modo, deram o melhor de si. Cantaram diferentes ritmos, alguns chegaram a interpretar músicas internacionais para presentear àqueles que curtem esse tipo de música. A sintonia entre público e cantor foi identificada em simples atos e gestos, como convidar alguns fãs para subir ao palco e dançar ao lado do seu ídolo. David Brasil não parava de sorrir ao descer do palco depois de ter dançado ao lado de Renata Brasil, Joyce e Sanuza. "O meu maior sonho é me tornar dançarino profissional. Um dia, eu chego lá!", falou David, que participa de alguns shows como dançarino amador. As estrelas que iluminaram o Brasil Show Night foram: Renata Brasil e Samba Tropical, Isabel Tallat, Jefinho Araújo, Rodrigo de Oliveira e Banda, Valéria Eva, Negro Jay e Jessica Cruz. 

Quem não foi ao evento, não sabe o que perdeu. Foram 10 horas de pura emoção e alegria. Novos laços de amizade se formaram nesta noite, mostrando que é possível convivermos todos num mesmo espaço em harmonia. E, para o orgulho dos brasileiros, um evento de tal porte mostrou-se tão bem organizado e eficiente quanto qualquer evento de porte internacional. Que venha a 15ª edição do Brasil Show Night!

 

 

Publicado em Acontecimentos
Quarta, 03 Junho 2015 16:05

Ela É A Capa Da Revista Perfil: Jeice!

Por Helen D. Garrido - JPerfil

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Apresentamos à você a linda morena, Josilany Wampfler da Rocha (Jeici), que entre tantas belezas brasileiras na Suíça foi a vencedora do concurso para ser a capa desta revista.
"-Marceeeel olha aquiiii. Eu venci o concursooo. Vou ser Capa de revistaaa!!!", gritou Jeici de alegria, assustando Marcel que dirigia o carro.
Pontualidade, responsabilidade, flexibilidade, simplicidade, são apenas alguns "ade" que fazem de Jeici linda por dentro além de ser por fora. Fotografá-la foi incrível! Ela se transforma diante das lentes fotográficas, de mocinha à mulher sensual. O domingo que passamos fazendo a produção da capa para você leitor foi ao mesmo tempo exaustivo e prazeiroso. Toda equipe deu o seu melhor para enriquecer a « sua » Revista Perfil. Trabalhamos até as 22 :00hs, fazendo fotos de estúdio e externa.

SOBRE A MODELO DA CAPA
A aquariana Jeici tem 27 anos, é cearense de Fortaleza, casada há 3 anos com o suíço de Berna, Marcel Alain Wampfler e tem uma filhinha de 2 ½ anos. Seus hobbys são: correr, dançar, adora fitness em geral.

VIDA DIFÍCIL E REALIZAÇÕES
Jeice teve uma vida muito difícil no Brasil. Morou em favela e o pior era o pai alcoolatra, por isso conviveu com agreções e desrespeitos. Com sua personalidade forte e determinação ela foi em frente. "Não nasci em berço de ouro, mas o futuro quem faz é a gente!", diz a bela morena com convicção. Aos 18 anos de idade ela veio morar na Suíça e foi atrás deste futuro promissor. Hoje sua realidade é bem diferente do que passou no Brasil, tem um família linda, mora há 6 anos com seu marido Marcel, que a apoia em tudo que faz. A vida lhe sor-ri e presenteia com muitas oportunidades boas que Jeici merece por tudo que é.

LUZES CÂMERAS E UNHAS
Sua carreira de modelo vai bem, obrigado! Ela tem posado para Fotoshooting de vários fotógrafos, como Roland Sägesser, Kenan Egin, Renata Altran, Aeon Willie, Martin Pfeiffer, Alois Kaufman & Tanja. Ilustrou, com sua beleza, o jornal suíço Blick e é a capa da Revista Perfil.
Mas sua profissão mesmo é "naildesignerin", ela tem seu próprio estúdio JCNaildesign (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.). Porém, sua carreira de modelo cresce a passos de gigante. Foi este ano que tudo começou e não pára por aqui... ■

Publicado em Brasileiros na Suíça
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